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segunda-feira, 4 de maio de 2015

“LEI DE JEFERSON” É REPROVADA
PELA COMISSÃO DA QUAL É MEMBRO

Os professores da rede pública municipal e os servidores municipais não precisam se preocupar com a “Lei de Jeferson”, que nem deve ir a plenário para apreciação dos vereadores. O projeto de lei 7/2015 foi declarado inconstitucional pela Comissão de Justiça e Redação da Câmara Municipal, da qual Jeferson Campos é membro.

As ações de Jeferson Campos beiram ao charlatanismo político. Como membro da comissão, o vereador sabia que estaria impedido de votar. Se passasse pela comissão seu projeto, a culpá seria dos outros vereadores, não dele.

Essa fórmula Jeferson Campos aprendeu em 2011, quando apresentou pedido de abertura de CP contra o ex-prefeito Roberto Peixoto sabendo que não poderia votar quando prefeito fosse julgado, de acordo com a lei complementar 201/67.

O vereador sabia, quando marcou audiência pública para desmascarar o ”blogueiro mentiroso”, classificado por ele de “pau mandado”, que seu projeto, que tira direito dos trabalhadores, fora declarado inconstitucional pela Comissão de Justiça e Redação da Câmara Municipal oito dias antes da audiência, em 16 de abril.

Jeferson Campos é membro dessa comissão, por isso não pôde votar. Foi substituído por João “Saad” Vidal. Até o vereador Nunes Coelho foi contra a lei de Jeferson.

Conforme suspeitávamos, Jeferson Campos queria apenas falar para uma audiência qualificada na Câmara Municipal. Conseguiu a plateia, mas não enganou ninguém.

Pelo menos neste quesito o vereador não marca ponto com o prefeito cassado em duas instâncias.

Abaixo, o parecer que desmente o vereador canastrão, que começou sua carreira na Câmara Municipal como um verdadeiro leão e se transformou num dócil gatinho, sempre no colo de quem ocupa a cadeira principal do palácio do Bom Conselho.

Quá! Quá! Quá! Quá!... Quem está mentindo vereador?

NR: Segundo o Grande Dicionário Sacconi, CHARLATÃOé aquele que explora a boa-fé alheia, comprometendo-se a fazer ou a realizar aquilo que sabe não ter condições ou que sabe não estar apto a cumprir; explorador da boa-fé pública; impostor, vigarista”.