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segunda-feira, 22 de junho de 2015

CATÃO QUER ME PEGAR
NA JUSTIÇA, EM SEGREDO

O Catão da Vila São Geraldo, depois de levar uma lambada de Marcelo Núncio na Justiça Civil, agora quer me pegar, por difamação, na Vara do Juizado Especial Civil e Criminal.

O processo de Joaquim Marcelino Joffre Neto, também chamado de vereador desnecessário, contra mim, corre em segredo de justiça, motivo pelo qual não divulgarei aos caríssimos leitores e leitoras o número do mesmo.

Só soube da existência deste processo na manhã de hoje, mais exatamente às 11h30, quando um oficial de justiça entregou-me intimação para apresentar contrarrazões de apelação no prazo de dez dias.

Presumo que, se apelou, o Catão da Vila São Geraldo levou outra lambada na Justiça e, por isso, recorre de uma sentença que, se foi exarada, lhe é desfavorável.

Da mesma forma, presumo também que o processo movido contra este blogueiro pelo vereador desnecessário tem origem em inquérito policial instaurado pela Delegacia Seccional de Polícia de Taubaté para apurar a difamação da qual sou acusado.

Neste inquérito, entre outras coisas, Joffre Neto arrolou testemunhas que trabalham em seu gabinete.

Como o Catão da Vila São Geraldo escreveu nas redes sociais que eu tinha saído da polícia de forma inexplicável, arrolei quatro delegados de polícia, com os quais trabalhei em meus sete anos de policial civil.

O inquérito virou processo em 9 de março e o juiz prolatou sentença em 8 de maio, ou seja, exatos 60 dias depois. Desconheço o teor da sentença.

Joffre Neto interpôs recurso no último dia 15 de junho.

Deve ter perdido mais uma, como já perdeu para Marcelo Nuncio.

Joffre pode perder outros dois processos, estes por improbidade, que tramitam em Taubaté e São Luiz do Paraitinga.

Alo! Alô! Dr. Norberto estou a necessitar de seu patrocínio.

O uso do português castiço é porque o Catão diz que fez mestrado em Portugal.

Será que já pagou a conta?

Quá quá quá quá!