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quarta-feira, 24 de junho de 2015

UNITAU DEVE R$ 34 MILHÕES AO IPMT,
E PEDE PARCELAMENTO DA DÍVIDA

Tramita na Câmara Municipal de Taubaté pedido da Unitau para parcelamento da dívida da autarquia com o IPMT, que chega à astronômica cifra de R$ 34 milhões.

O projeto de lei 21/15 recebeu parecer favorável de todas as comissões da Câmara.

Até 31 de julho do ano passado, segundo a própria instituição, a dívida com o IPMT era de R$ 32.932.947,26.

Somente nos meses de julho e agosto do ano passado, a dívida com o IPMT chegou a R$ 2.027.952,95.

Portanto, de acordo com a própria instituição, o montante chega à astronomia cifra de R$ 34.960.900,21.

Além do parcelamento da dívida, a Unitau pede a revogação da lei municipal 3.372/2000, que já sofreu alterações por conta de leis promulgadas pelo ex-prefeito Roberto Peixoto (lei 4.547/2010) e do prefeito cassado em duas instâncias Ortiz Junior (lei 4.804/2013).

O projeto está pronto para entrar na pauta de votações da Câmara Municipal.

Não se trata apenas de revogar uma lei e aplicar outra.

A Universidade de Taubaté deve ao IPMT por conta de uma política equivocada de privilegiar alguns professores, que dão apenas 20 horas/aula em quase toda a carreira e, próximos da aposentadoria, milagrosamente, passam a receber por 40 horas/aula semanais

Esta política de privilegiar uns poucos em detrimento da maioria suga o IPMT, que se vê obrigado a pagar aposentadorias astronômicas a quem contribuiu com tão pouco ao longo da carreira no magistério.

O ônus para sustentar salários milionários, de quem pouco contribuiu com os cofres do IPMT, é dividido entre os funcionários da instituição.


Veja o projeto de lei abaixo: