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quinta-feira, 2 de julho de 2015

JOFFRE, LEIA COM ATENÇÃO!

Tu me processas por injúria e difamação. Por que pedes à justiça segredo para os processos em que estais envolvido, seja como querelado seja como querelante?

Ajudá-lo-ei no raciocínio.

Talvez porque os processos que propões sejam descabidos, para não dizer despropositados.

Penso que “sua excelência” se vale da condição de “autoridade”, que terminará em 31 de dezembro do ano que vem, para pedir segredo de justiça, mesmo quando és a “vítima”.

Tu foste à Justiça reclamar que o injuriei e o difamei.

O processo está arquivado no Jecrim (Juizado Especial Cível e Criminal de Taubaté).

Por que perdeste o processo?

O crime de injúria, de que me acusa, foi extinto porque caducou, decaiu.

O crime de difamação foi rejeitado. Portanto, o julgador entendeu que não o difamei. Aliás, por suas atitudes recentes, desde vossa eleição, o senhor se auto-difama.

Mesmo assim tu insiste em me ver condenado, não importa no que. Por isso recorreste.

Sabe no que vai dar este processo? Também não sei.

Tu me processa porque revelei tua fraude junto à Câmara Municipal de Taubaté para ser contratado sem licitação.

Tu alegaste problemas de família pra burlar a lei.

Foi esta denúncia que irritou “sua excelência” (quá quá quá quá!).

Em seguida, foste ao Face para mentir sobre minha saída da Polícia Civil.

Lembras?

Foi na madrugada de 26 de junho de 2014, exatamente à 00h21.

Veja o que escreveste a meu respeito, sob o título “novamente a canalhice”:

“ (...) entre outras passagens obscuras de sua vida, passou pela Polícia Civil e de lá saiu em circunstâncias a serem esclarecidas (...)”.

Pois é, "nobre" edil.

Em tua postagem, pretendias me desqualificar para abafar a publicação que fiz do processo por improbidade que respondes em Taubaté.

A este, agora, se soma outro em São Luiz do Paraitinga, igualmente por improbidade administrativa.

Nos dois casos, o daqui e o de lá, levaste contigo os ex-presidentes das duas câmaras municipais, que também responderão por improbidade.

A auto-decantada honestidade de vossa senhoria não passa da primeira página. Se bobear, não passa do primeiro parágrafo.

Estive ontem (1º/07) no Jecrim para ler vosso processo contra mim.

O senhor arrolou quatro testemunhas: dois empregados em seu gabinete (um nem é mais) e outros dois seres manipuláveis.

De minha parte, arrolei quatro delegados de polícia como testemunhas. Um deles é diretor da Polícia Civil, dois foram investigadores de polícia, com os quais trabalhei ombro a ombro por mais de seis anos.

Vá ler o que estes delegados disseram a meu respeito. Preciso dizer?

Reproduzirei apenas um trecho do que um deles disse, em depoimento, a meu respeito:

“(...) referido policial civil tinha conduta exemplar, funcionário assíduo, honesto e cumpridor de suas obrigações, tanto que chegou, em diligência ocorrida na cidade na cidade de São José dos Campos, sido ferido com gravidade por projéteis de arma de fogo (...)”.

“O depoente em questão (não revelarei seu nome) se aposentou em julho de 1991 e recorda-se que “Irani, após submeter-se a tratamento médico”, retornara à atividade policial, sendo que, em 1998, veio a saber pelo próprio Irani Lima que em 1995 havia pedido exoneração, “saída voluntária, voltando a exercer sua profissão antiga de jornalista”.

Entendeu excelência? Ou precisa desenhar?

Quatro delegados. Repetirei: quatro delegados. Todos atestam minha conduta ilibada, sem mácula, na Polícia Civil.

Agora todos sabem por que uso bengala.

Levei quatro tiros de 38 naquela fatídica manhã de 4 de dezembro de 1990, que custou-me quatro dias de UTI mais oito de enfermaria.

Como recordação, uma bala fixada próxima do coração e outra cravada na cabeça de meu fêmur da perna esquerda.

São os ossos do ofício, quando se leva com responsabilidade sua atividade profissional.

Grande abraço!