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terça-feira, 11 de agosto de 2015

BLOG DO CATALDI, 11/08/15

O DIA NA HISTÓRIA

TERÇA-FEIRA, 11 de agosto. Faltam 142 dias para o fim do ano. 360 para as Olimpíadas do Rio... Dia da Consciência Nacional, da Televisão, do Estudante, do Hoteleiro, do Garçon, do Magistrado, do Advogado e do Pendura, em homenagem à criação dos cursos jurídicos no Brasil. Data da inauguração da Estrada de Ferro Jundiaí-Campinas (1872). Morte de Isidoro Malmierca Peoli, Chanceler Cubano, fundador e diretor do Jornal Granma, imprensa oficial de Cuba (2001) e do ator Robim Williams, suicídio por asfixia (2014).

CADASTRO POSITIVO NÃO SAIU DO PAPEL...

A proposta de que o consumidor com ficha limpa teria taxas mais atrativas ficou só na promessa. Criado há dois anos o Cadastro Positivo ainda não colou. O banco de dados foi regulamentado como política pública em agosto de 2013, com a proposta de fornecer o histórico de crédito dos consumidores cadastrados para instituições financeiras e varejistas.

Na época, a promessa era de que as pessoas com ficha limpa na praça poderiam conseguir taxas de juros mais atrativas em diversas modalidades de financiamento, pois ofereceriam menor risco para os credores.

Seria um alívio para quem é bom pagador. Mas na prática, as empresas que ofertam dinheiro ainda não fazem uso dos dados, de forma que o brasileiro se mantém refém de juros galopantes. Na composição dos juros, o risco de inadimplência tem peso que varia entre 25% e 30% da taxa aplicada na concessão do crédito. Os motivos apontados para o desinteresse é a necessidade de autorização do consumidor para integrar o cadastro. Na visão das gestoras – SERASA e SBPC, o Brasil deveria ter adotado o modelo usado em outros países, em que a inclusão no cadastro é automática e o participante pede para sair, se o desejar.

O fato é que por uma razão ou por outra, o cadastro positivo não colou.

Falei e disse!