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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

DISSIMULADO, CATÃO VAI AO
ATAQUE CONTRA EMPRESÁRIO

Em seu último mandado como vereador, Joffre Neto ataca, de forma infame, o empresário André Saiki, por conta de uma desavença quando um era presidente da Câmara Municipal e o outro da Associação Comercial e Industrial de Taubaté (Acit).
 
Joffre Neto em primeiro plano e o empresário André Saiki atrás,
de braços cruzados. (Foto extraída da página do vereador  no Face)
O Catão da Vila São Geraldo, cujo mandato terminará em 31 de dezembro de 2016, certamente voltará à fila de desempregados e não poderá usufruir do seguro desemprego, ao qual não faz jus porque vereador não é empregado, embora a maioria deles entende que sim.

Estive ontem (1º/09) na palestra em que se falou muito do Papa Francisco, a quem cada vez admiro mais, por sua corajosas posições políticas contra a desigualdade mundial e a pobreza.

Joffre Neto estava lá, assim como o vereador João Vidal, também muito perto de voltar ao seu emprego no setor elétrico. Faltam só 486 dias para ambos, segundo a contagem regressiva publicada diariamente nas redes sociais.

Fui surpreendido, nesta quarta-feira (2) pelo texto divulgado pelo Catão da Vila São Geraldo em sua página no Facebook.

Ao lê-lo, tomo conhecimento que o empresário André Saiki o "agrediu" em 2004, jogando-o ao chão em pleno desfile de 7 de Setembro, na presença de milhares de testemunhas.

O Catão da Vila São Geraldo, que àquela época ainda era aprendiz de Catão, não fez nada. Provavelmente porque o espírito santo mandou-o aguardar o momento certo para se vingar do empresário.

O vereador desnecessário esperou longos 11 anos até que o destino os colocou frente à frente, na Mitra Diocesana. Estive no mesmo ambiente mas não presenciei a “discussão”.

Abaixo, está a versão do Catão da Vila São Geraldo.

Quem conhece Joffre Neto "não compra” sua história. Nem as cajazeiras, que foram as primeiras a defenestrá-lo de suas vidas, por não suportarem sua arrogância e mentiras.

Conheço André Saiki há poucos anos, mas creio que ele seria incapaz de cometer uma grosseria com quem quer que fosse, mesmo que esse alguém fosse Joffre Neto.

Entre o futuro ex-vereador e o empresário, fico com o empresário.

Se o Catão da Vila São Geraldo foi capaz de mentir ao Ministério Público para escapar de uma possível punição por improbidade na Vara da Fazenda Pública, mentir no Facebook é muito mais fácil, mas pode trazer consequências. Ah!, se pode...

Aqui o texto do Catão da Vila São Geraldo:).

O AGRESSOR ANDRÉ SAIKI
UM ESTRANHO ENTRE PESSOAS DE PASTORAL

Há algumas horas eu participava da 5a. Semana Social Brasileira, promovida no Brasil inteiro, e aqui na nossa Diocese.

De repente fui abordado por uma figura estranha àquele meio, mas conhecida do meio empresarial e político: um eterno pré-candidato a qualquer coisa, mas que nunca consegue convencer ninguém, o tal ANDRÉ SAIKI (com o perdão da palavra).
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Eis que o sujeito passou a me agredir verbalmente, com o rosto transtornado, cobrando satisfações por uma moção de repúdio de 11 anos atrás (!!) que a Câmara lhe fez, por ofender a Casa Parlamentar em jornal de grande circulação.
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Salivando e cuspindo enquanto falava, fez-me ameaças e só parou quando saquei um instrumento de defesa: meu celular.

Ao ver a câmara afastou-se e sentou-se uma cadeira atrás de mim, com ar ameaçador.

Não podia facilitar: chamei meu assessor que me acompanhava,  Clair de Jesus, e pedi que ficasse ao meu lado, de celular em punho, porque esse infeliz já me agrediu fisicamente em 2004, na Avenida do Povo, jogando-me ao chão - tudo por conta da mencionada moção.

À época contemporizei, relevei, mas agora vou tomar as medidas judiciais cabíveis, porque esse desequilibrado pode querer voltar a me atacar corporalmente. 

As fotos mostram sua cara transtornada, afastando-se de mim quando saquei o celular e depois tentando me intimidar com cara feia. Na outra imagem, Clair, ao meu lado.