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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

ESTADÃO PRESTOU “HOMENAGEM” A
ORTIZ, DEMITIDO DA FDE HÁ 3 ANOS

Revendo meus arquivos, com a finalidade de deletar o que não mais interessa manter guardado, encontrei esta peça, que reproduzo aos meus leitores e leitoras para que se deliciem.

Há 3 anos,  Alckmin demitia Ortiz
Trata-se de notícia publicada pelo vetusto O Estado de S. Paulo, há exatos três anos, divulgando com destaque a demissão de José Bernardo Ortiz da presidência da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), onde gestou, em 2011, um orçamento de R$ 3 bilhões.

Seu filho, José Bernardo Ortiz Monteiro Junior, que não foi demitido porque não era funcionário do órgão, mas agia como se fosse, disse na reportagem do “Estadão” publicada há três anos que a ação não “tem pé nem cabeça”.

Quá quá quá quá!

Então a denúncia do Ministério Público não "tem pé nem cabeça”?

Por que, então, o governador Geraldo Alckmin demitiu Bernardo Ortiz?

Só a ordem judicial foi o suficiente para Alckmin se convencer?

Por que pai e filho respondem processo por improbidade administrativa na 14ª Vara da Fazenda Pública da Capital?

Por que Ortiz Junior teve seu mandato cassado em duas instâncias e se mantém no cargo pendurado em uma liminar concedida pelo TSE?

Com os bens bloqueados desde a instauração do processo 0034527-93-2012.8.26.0053, que está concluso para julgamento desde fevereiro deste ano, Ortiz Junior tem dado demonstração de riqueza, sem se importar com o bloqueio de mais de R$ 34 milhões dos bens de sua família.

Montou um restaurante requintado, de pouco movimento, no shopping Via Vale, sem contar o que montou durante a estação de inverno na badalada Campos do Jordão, no espaço de João Doria Junior, conhecido na capital por apresentar políticos a ricos e ricos a políticos e por organizar festas glamourosas, nada que tenha cheiro de povo.

Quem financia tanta suntuosidade se seus bens estão bloqueados pela Justiça?

Estas e outras perguntas Ortiz Junior e seu pai terão quem responder não à Justiça, mas aos eleitores na próxima campanha política, sendo ou não candidato a prefeito de Taubaté.

Aqui, a matéria do Estadão: