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terça-feira, 17 de novembro de 2015

BLOG DO CATALDI - 17/11/15




TERÇA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2015

O DIA NA HISTÓRIA

TERÇA-FEIRA, 17 de novembro. Faltam 45 dias para o fim do ano. 38 para o Natal. 262 para as Olimpíadas do Rio. 319 para as eleições de 2016...  Dia da Criatividade. Inauguração do canal de Suez, ligando o mar Vermelho ao Mediterrâneo (1869). Fundação do Clube de Regatas do Flamengo (1895). A Bolívia perdia 190 mil quilômetros quadrados do Acre para o Brasil, com a assinatura do tratado de Petrópolis (1903). Morte do escultor francês Auguste Rodin (1917) e de Heitor Villa-Lobos (1959).

AMANHÃ FOI ASSIM

QUARTA-FEIRA, 18 de novembro. Aniversário de morte de Antonio Francisco Lisboa – o Aleijadinho, em Vila Rica, Minas Gerais (1814). Fundação da Ordem dos Advogados do Brasil (1930). Eder Jofre conquistava o título mundial dos pesos-galo (1960). Suicídio coletivo dos seguidores de Jim Jones, da seita Templo do Povo (1978). Morte do compositor Ronald Bôscoli (1994) e do colunista social Zózimo Barroso do Amaral (1997).

CIDADANIA

JURISTAS REVELAM: LEI DO DIREITO DE RESPOSTA É INCONSTITUCIONAL

No momento em que meios de comunicação cumprem importante papel investigatório, o regramento muito amplo do direito de resposta tem condão de inibir a liberdade de expressão jornalística, em aberrante violação ao artigo 220 da Constituição Federal.

Justo quando a imprensa tem servido de vitrine aos abomináveis fatos investigados pela polícia e pelo Ministério Público. A lei inibe até a crítica à criação artística. Pois se alguém apontar pontos negativos ao trabalho de um músico, de um ator, de um legislador ou da própria presidente da república que sancionou a malfadada lei, estará sujeito a cumprir “via crucis” em prazos exíguos, mesmo diante de alguém que não merece o tal direito a resposta.

Especialistas em Comunicação Social advertem, porém, que muitas vezes, a veiculação imposta da resposta poderá gerar consequências nefastas ao próprio ofendido. Muitos leitores, ouvintes e telespectadores que não tiveram contato com a informação original, passarão a tê-lo, e, muitas vezes, curiosos, procurarão buscar detalhes, após tomar conhecimento do pedido atendido.

Portanto, afora a inconstitucionalidade, a nova lei ao tentar  desjusdicializar o conflito, cria uma antessala de risco para o agravado que, ao exigir a reparação trará de novo a tona os fatos que deseja reparar, se expondo outra vez à curiosidade, e, por um universo muito maior de pessoas.

Falei e disse!