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sábado, 26 de dezembro de 2015

BLOG DO CATALDI - 26/12/15



SÁBADO-FEIRA, 26 DE DEZEMBRO DE 2015

O DIA NA HISTÓRIA

SÁBADO, 26 de dezembro. Então é Natal... Faltam 6 dias para o fim do ano. 223 para as Olimpíadas do Rio. 281 para as eleições de 2016. Dia da Lembrança. Data do início da Guerra do Paraguai (1864). 50 oficiais que participaram do Tenentismo de 1922 foram condenados e levados para Colônia Presídio de Clevelândia, no Amapá onde 43 por cento morreram (1923). Sancionada a regulamentação do divórcio no Brasil (1977).

AMANHÃ FOI ASSIM

SÁBADO, 26 de dezembro.  A Pérsia passou a chamar-se Irã (1934). Criação do Departamento de Imprensa e Propaganda – DIP (1939); e do FMI (1945). Aniversário do ator Gerard Depardieu (1948). Aniversário da Tribuna da Imprensa, fundada por Carlos Lacerda (1949). Henrique Mecking, o Mequinho, conquistava aos 14 anos o título de campeão brasileiro de Xadrez (1965). Morte do teatrólogo Paulo Pontes (1976) e do poeta e compositor Cacaso – Antonio Carlos Brito – (1987). Morte do radialista Edmo Zarife, a voz imortalizada pela vinheta Brasíl-il-il, gravada pelo operador José Claudio Barbedo – o Formiga; para a Copa de 70 (1999).

CIDADANIA

CRISE DA SAÚDE NO RIO COLOCA ‘OS’ NA BERLINDA

Médicos criticam com razão, administração e critérios das organizações sociais, a partir do observado no fechamento de emergências de hospitais públicos. Afinal, são eles que ficam expostos a execração pública e a processos.

Com crise ou sem crise, as ‘OS’ – organizações sociais; estão na berlinda. Bom que por aqui também se observe, porque a Câmara de Pindamonhangaba como muitas outras pelo país, acabam de aprovar o modelito que já nasce destrutivo e abrindo margem a corrupção pelos gestores. Alguns desviam da saúde para investir em cavalos como já se viu no noticiário. 

No primeiro escândalo nacional, registrado no Rio, verificou-se o fechamento de unidades... Ninguém pode fechar portas de hospitais. O governo não pode. Muito menos uma ‘OS’, paga pela administração pública e que tem de ter lastro para enfrentar desencontros do orçamento. O que aconteceu no Rio (cidade olímpica) é criminoso. Não atender pessoas que buscam emergências é omissão de socorro. Crime! 

As organizações sociais que recebem recursos do governo para administrar hospitais, em síntese, é que atrasaram salários e restringiram o atendimento. Utilizaram critério falacioso. Muitas vezes, o paciente não tem risco de morte, mas é um doente grave, que pode piorar e até morrer se não for tratado... 

Fica evidente que não se pode delegar a saúde para qualquer um administrar.

Falei e disse!