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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

CATALDI LAMENTA NÃO ACERTAR NA SENA


SEXTA-FEIRA, 11 DE DEZEMBRO DE 2015

Hoje, SEXTA-FEIRA, é dia de PROVALE: o noticiário de Pindamonhangaba e Região do Vale ao final desta edição.

O DIA NA HISTÓRIA

SEXTA-FEIRA, 11 de dezembro. Faltam 21 dias para o fim do ano. 14 para o Natal. 238 para as Olimpíadas do Rio. 297 para as eleições de 2016. Dia do Tango, do Agrimensor, do Arquiteto, do Engenheiro. Seria aniversário de Noel Rosa (1910). Fundação da UNICEF (1946). Morte de Nássara – Antonio Gabriel – um dos pais do cartunismo (1996). A Fifa dividia o título de craque do século entre Pelé e Maradona (2000).

AMANHÃ FOI ASSIM

SÁBADO, 12 de dezembro. Muita gente importante nasceu num dia como hoje: Frank Sinatra (1915) e Jorge Dória (1920), já falecidos; Señor Abravanel ou Silvio Santos, se preferirem (1930); Wagner Tiso (1945); Emerson Fittipaldi (1946); Rui Maurity (1949)... Collor e PC Farias eram absolvidos do crime de corrupção passiva (1994).

PROVALE

SÓ NÃO ACERTO NA MEGA SENA - Quem tem advogados experientes, dificilmente perde... Semana passada, enumerei por ordem alfabética, os brilhantíssimos profissionais incumbidos da defesa de José Bernardo Ortiz Junior, para quem venho fazendo estimativa de cumprimento de mandato até final... Tão competente é o time que vou repetir a escalação: Amilcar Luiz Tobias Ribeiro, Antonio César Bueno Marra, Arnaldo Malheiros, Eduardo Miguel da Silva Carvalho, Francisco Octávio de Almeida Prado Filho, Guilherme Paiva Correa da Silva, José Eduardo Rangel de Alckmin, Marcelo Certain Toledo, Ricardo Penteado Freitas Borges, e Rodrigo Otávio Barbosa de Alencastro... O Recurso 58738 que poderia extinguir antecipadamente o mandato do prefeito de Taubaté foi retirado de pauta, juntamente com a ação cautelar 2230... O ministro Henrique Neves decidiu pedir vista para averiguar se há alguma nulidade num ou noutro procedimento. Sabe-se lá quanto tempo vai levar examinando, e, por conseguinte, quando o caso voltará à pauta... Se não voltar semana que vem, só após o recesso, em fevereiro de 2016... Só não acerto na mega sena. Que pena!

DESINTELIGÊNCIA – Não foi inteligente a campanha intensa. Veiculada pelo Rádio, TV, Jornais, carros de som... Insinuava que a “saúde em Pinda vai bem obrigado...”. O claro intuito? Passar a falsa imagem de que tudo funciona a contento e que a população estaria satisfeita. O propósito? Esvaziar a audiência pública convocada pelo vereador professor Osvaldo... Basta ir ao pronto Socorro e sentir que a publicidade é enganosa. Ao Povo sofredor nos postos, a propaganda soou falsa. E, pior! Para quem está nas cidades periféricas, soou como convite para vir buscar gtratamento aqui no Éden, em Pinda; dividindo o pouquíssimo que temos... Hoje, em pelo menos 10 nascidos, pelo menos 3 foram gerados em cidades vizinhas. Até de Taubaté. Que o diga o Dr. Marcos Aurélio... A propaganda cujo gasto estimo por alto em mais de R$ 1,2 mi daria para suprir a falta de medicamentos. Foi um tiro no pé...

CAMINHÃO FUMACÊ - O Vereador Felipe César (PMDB) enviou ofício ao Prefeito, solicitando para que o “caminhão fumacê” circule por todas as ruas de Pindamonhangaba, em especial naquelas em que a incidência de proliferação do mosquito transmissor da dengue seja grande. Felipe César afirma que essa medida é muito importante, tendo em vista o número alarmante de pessoas contagiadas pela dengue, agora também sob ameaça de outras moléstias infecciosas, inclusive a transmissão do zikavírus, que pode provocar microcefalia nos bebês, também em nosso município. FC pede ação mais enérgica visando a prevenção para que possamos erradicar de vez esta epidemia da cidade... Tem gente preocupada do fumacê matar também as borboletas. Antes elas do que nós...

FUI CHAMADO DE NOJENTO E VIRA CASACA - Uma moradora do Lessa possuída por ódio cancerígeno no coração, enviou mensagem ao blog, dizendo que sou “vira casaca nojento”... Só porque defendi minha razões, e, POR SINAL, ganhei na Justiça! Não foi permitido o fechamento inconstitucional do bairro... Pois defenderei a legalidade outra vez. E tantas que se fizerem necessárias. Quanto às ofensas, delas aceitaria o “nojento”. Mas, não “vira casaca”! Explico: deixei a presidência do bairro, NÃO CONCORRENDO À TERCEIRA REELEIÇÃO, para não cometer a ilegalidade pretendida e fomentada por alguns no ‘breu das tocas’. Havia R$ 27.266,70 em depósito no Banco Santander. Deixei a meus sucessores... Não prestaram contas de forma mercantil até hoje... Não assinei a favor do fechamento do Lessa. Não fui a qualquer reunião em que se pretendia submeter os moradores menos favorecidos a sanha especulativa dos mais poderosos. Minha casaca, portanto, Senhora, está e sempre esteve no mesmo lugar: contra o fechamento ilegal e inconstitucional do Residencial Dr. Lessa.  Por isso, posso ser “nojento” na sua ÓTICA... Não discuto!!! Mas não “vira casaca”! Isso nunca!!! Vou orar pela senhora. Ódio dá câncer! Ah! Ainda aguardo a prestação de contas...

SALVAMOS PINDAMONHANGABA – Tanto falamos, no Blog, na Rádio 92,3 FM e na TV Setorial sobre a necessidade de salvar o  letreiro P I N D A M O N H A N G A B A, na margem esquerda de quem sobe a Dutra que, hoje, pelo traçado de chão, já podemos perceber que a inscrição será salva, quando concluir-se a obra de duplicação do viaduto de acesso à cidade. Ufa!

COMPETENTÍSSIMO – O ‘Paradão de Natal’ de Pindamonhangaba foi merecidamente aplaudido pela população. Efeitos especiais simulavam neve caída das árvores na Praça Monsenhor Marcondes. Busca de atrações aproveitando as forças da cidade. Belo desfile de carros antigos e um Papai Noel de magia e encantamento... Parabéns Zizi – (José Antonio Goulart Rodrigues), demais organizadores e participantes que, de certo, buscaram inspiração em ‘Beto Carrero World’ ou quem sabe até na ‘Disney’, guardadas as proporções. Muita criatividade. Quem não teve chance de ir, ainda pode ver. Quem foi pode rever, através das lentes de Sérgio Garcia em www.youtube.com/watch?v=Ms-YS_oJIUI

BOICOTADO – Tem gente que não sobe nem sai de cima. Mas considera ‘invasão de área’ quando alguém tenta fazer alguma coisa... Vendo que o Vereador Magrão ia emplacar uma emenda de R$ 890 mil para moralizar o setor de zoonoses, a ‘turma do deixa disso’ conseguiu barrar a iniciativa alegando defeito na formulação. Uns e outros andaram dizendo que Magrão buscaria verba maior do que a fonte teria destinado no orçamento. Não acredito que fosse tão primário...

ALIÁS – O Vereador Magrão tem feito bom trabalho também no papel fiscalizador da Edilidade. Disse que encaminhou ofício para que o prefeito detalhe tudo que diz respeito à ponte que construiu e desabou, ligando o Pasin ao Mantiqueira. E, sobre a segunda ponte, feita agora. Quer saber, por exemplo: 1) nome do engenheiro que projetou, calculou e acompanhou a execução da obra da ponte que caiu; 2) A empreiteira que tocou a obra; 3) Se houve seguro, e, se foi acionado. 4) E, se a prefeitura cobrou responsabilidades... Perguntas bem formuladas. Aguardemos para ver se serão bem respondidas...

De segunda a segunda, publico em www.pensandovoce.blogspot.com  um extrato dos principais jornais do país, em leitura dinâmica.


OPINIÃO

 

A MACABRA ARTE DO POUCO CASO

Por Marcos Ivan de Carvalho


Parece que se institucionalizou a arte do pouco caso em todos os segmentos do existir brasileiro.

Destaque-se, de antemão, a seriedade de muitos profissionais especializados em promover a Justiça, outro tanto de administradores e um bom número de fazedores de leis. Entretanto, a coisa se complica pelo próprio comportamento daqueles que se postam nos pilares do “num tô nem aí com a torcida”, como já rezava a gíria do século passado.

Alguns exemplos:

01 – Shopping Pátio Pinda, numa tarde de dezembro. Enormes cartazes na vitrine de uma loja anunciavam promoção de ponta de estoque. Entramos para ver. No mesmo instante estavam por lá duas representantes da fiscalização específica para o comércio. Órgão estadual. Questionaram uma das atendentes, aparentemente dona do estabelecimento, a respeito da não exibição de preços nas mercadorias expostas na vitrine. Na base do pouco caso, do deboche, a moça retrucou que não deveria existir autuação pelo simples fato de não estarem os preços exibidos. Sorria ironicamente, ou talvez “medrada”, mas não levava muito a sério a situação. Foi quando uma das responsáveis pela fiscalização perguntou se possuíam na loja o Código de Defesa do Consumidor. O mesmo foi exibido e a mocinha debochada foi informada: “No código existe a obrigação de se informar os preços na vitrine”. Balde d’água na cara da moça. O auto infracional, corretamente, foi lavrado. Em se considerando o deboche, inclusive dos demais atendentes da loja, o preço da rapadura até que ficou barato…

02 – Muitas faixas anunciando eventos já ocorridos se espalham por pontos estratégicos da cidade. Algumas cidades do Estado mantêm projetos sociais que reutilizam o material dessas faixas para a confecção de sacolas. Em nossa cidade parece que há um pouco caso por parte dos responsáveis pela remoção do material publicitário e. por isso, muitas vezes as faixas ficam “balangando” ao sabor do vento já que, geralmente, têm um lado de suas amarras rompido.

03 – Proprietários de bares deitam e rolam com o mau uso das calçadas, depositando sobre elas mesas e cadeiras para uso de seus frequentadores. Com isso, fazem seu discurso do “que se danem” para os idosos, portadores de deficiências, grávidas e até mesmo crianças. Todo esse público que merece atenção, fica exposto ao risco de acidentes por ter de circular pelo leito carroçável das vias, no qual muitas vezes vários condutores pouco “se lixam” com quem vai e vem a pé, já que se acham os justos usuários das ruas e avenidas. Haveria pouco caso da fiscalização de posturas?

04 – Para arrematar, neste nosso comentário: a terceira edição da Virada Inclusiva, realizada no sábado 05 de dezembro, não contou com a presença de autoridades. Nem do Legislativo, muito menos do Executivo. Será que excluíram essa gente da agenda de compromissos? Certamente era, como o é, um compromisso sério se aproximar, de dar valor ao procedimento daqueles que, mesmo sem pernas para andar ou sem olhos para ver, correm atrás de seus direitos, olham para a possibilidade de melhor qualidade de vida. Falta, entretanto, a real vontade cidadã, senão a política. Portadores de necessidades especiais não esmolam atenção, muito menos piedade. Reivindicam respeito, carinho, fraternidade. Despojamento é receita para haver inclusão desses brasileiros de todas as idades. Enquanto os supostos representantes do povo se ausentam, numa possível justificativa de não se exporem ao controle da Lei Eleitoral, os deficientes terão maior deficiência no atendimento de suas reivindicações. Sem contar aqueles políticos paraquedistas ou papagaios de piratas que correm na contramão da história e cerceam ações públicas no gesto mais descarado de politicagem barata.
Resumo da ópera: o pouco caso de muitos, hoje, pode ser a lâmina que os decepará de boas oportunidades amanhã. Depois, não adianta vir dando uma de “João sem braço”. Afinal, serão vítimas do próprio gesto símio de “não ver, não ouvir, não falar nada”.

Pouco caso, aborte esse comportamento de sua rotina diária. Não deboche da possibilidade de ser melhor e merecer a recíproca boa em seus momentos de dificuldade.

Penso assim, por isso assino.


Marcos Ivan de Carvalho - Jornalista MTb 36001