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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

JOFFRE DANÇA EM SÃO LUIZ
ANTES DE CHEGAR O CARNAVAL

Esta postagem não é para falar do mais novo processo que o vereador Joffre Neto responde por improbidade administrativa.

Este post é para falar do depoimento do Catão da Vila São Geraldo à promotora Thais Vasconcelos Sepúlveda, em 11 de junho de 2014.

O depoimento é um mar de arrogância, petulância e desfaçatez de alguém que se julga acima das leis por ter tido, no passado, contato com autoridades superiores.

Gisella Tommasiello, ex-namorada e advogada. Outra vítima do Catão da Vila São Geraldo. Há outras por ai...

Ah! Joffre apresentou a advogada Giselle Aparecida Tommasiello como sua procuradora na Promotoria de São Luiz do Paraitinga, em 11 de junho de 2014, onde foi ouvido como declarante – o Catão da Vila São Geraldo só virou réu no processo da poética cidade há uma semana.

Gisella pode ser encontrada no sítio Advogado Correspondente, como pode ser conferido aqui. Só há registro de um telefone celular, com o qual se pode falar com a advogada, ou por e-mail, assim que você se cadastrar no sítio.

A advogada já teve página no Facebook e deve se arrepender até o fundo da alma por ter sido, um dia, namorada do Catão da Vila São Geraldo. Não tem mais a página e seu namorado é outro. Catão nunca mais!
  
DEPOIMENTO DE UM ARROGANTE

1) Sou vereador na cidade de Taubaté e já o fui noutras duas legislaturas (como se isso lhe conferisse alguma idoneidade).

2) Também sou consultor em administração pública e professor universitário (há muitos anos sem entrar em uma sala de aula para “professorar”)

3) Presta consultoria científico-política para câmaras municipais do Vale do Paraíba desde 1997 (reprodução não literal do depoimento).

4) Foi “assessor convidado da Presidência da República como coautor da obra ‘Reforma Política e Cidadania’, da Câmara Federal” (...) – (Alguém viu esta obra? Eu não! Quá quá quá quá...)

5) Ministrou seminário na unidade da CGU (Controladoria Geral da União) em São Paulo. (Quando, pergunto. Outra gargalhada... quá quá quá quá...)

6) “Sempre sou convidado pelos veículos da mídia local (...) para dissertar sobre o papel das Câmaras Municipais e o seu fortalecimento frente ao poder executivo (note a sutileza: Câmara Municipal ele inicia com caixa alta e ‘poder executivo’ em caixa baixa, para diminuir a importância deste).

7) Também fui convidado a fornecer cópia de minha tese ao Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas – IPEA (Joffre não diz se a forneceu porque TESE é trabalho para obtenção de título de doutorado. No máximo ele possui uma dissertação de mestrado, se é que possui. Joffre não tem doutorado. Se tivesse, pavão como é, já o teria exibido e reexibido aos taubateanos)

8) Minha “tese” tem sido usada em 27 universidades e institutos de pesquisa e fonte de referência em 40 (quarenta) trabalhos acadêmicos. (Se você tem em sua estante algum livro do Eugênio Gudin ou do Roberto Campos, pode lançá-los ao lixo. Perderam todo o valor depois da “tese” de administração pública escrita pelo Catão)

Joffre Neto, ao deixar seu depoimento por escrito no Ministério Público de São Luiz do Paraitinga, imaginou que seu currículo impressionaria a Promotoria e o inocentaria por antecipação.

Dançou! E nem esperou o Carnaval chegar. Quá quá quá quá!