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segunda-feira, 28 de março de 2016

NAS RUAS, SOMENTE NAS RUAS


Silvio Prado, professor

O PMDB não é flor que se cheire, pois ele fede. O povo sabe disso. É o partido do fisiológico Sarney, do bandidaço Eduardo Cunha, de Michel Temer, escritor de cartas românticas e apunhalador oficial de Dilma Roussef, Renan e tantos outros que ficariam melhor exercitando a prática do crime organizado fora dos gabinetes e corredores do parlamento brasileiro.

Na verdade não existe ainda lei e nem cadeia para esse tipo de gente. Sarney foi classificado, por exemplo, como “honorável bandido”, pelo escritor e jornalista Palmério Dória.

Enfim, não dá para esperar muita coisa – ou nada – desse tipo de malando nacional. Com tristeza vemos que a frágil democracia brasileira está em mãos emporcalhadas pela corrupção e tantos outros crimes.

Uma presidente, sem crime algum, agora depende da “boa vontade” dessa turma para continuar no cargo. Se depender deles, não continuará. Mas o PMDB precisa saber de duas coisas.

Primeiro: vai acrescentar ao seu currículo de corrupção o quesito da traição e entrar para o seleto clube fundado por Joaquim Silvério dos Reis, um nefasto que também entregou um inocente, um outro Joaquim conhecido também por Tiradentes.

Segundo: o povo já percebeu que não pode contar com bandidos como os do PMDB para impedir o golpe. Traficantes de qualquer favela são mais confiáveis do que eles. Por isso, como consequência dessa segunda conclusão, o povo redescobriu as ruas e será nelas que a resistência e o impedimento do golpe se darão.