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quinta-feira, 21 de abril de 2016

ORTIZ NÃO SERÁ CASSADO PELO TSE.
SÓ O ELEITOR PODERÁ CASSÁ-LO!

Toffoli virou assecla de Gilmar Mendes no TSE e no STF. O voto de Gilmar vale cono voto de Toffoli.

A julgar pelas últimas manifestações do TSE, que tira Temer de um possível envolvimento da campanha de Dilma/Temer com doações irregulares na campanha de 2014 para punir apenas a presidenta Dilma, Ortiz Junior pode dormir tranquilo.

O prefeito de Taubaté, cassado em duas instâncias conta com o tempo e a malemolência do TSE para a finalização do julgamento da AIJE 58738, que já conta com os votos dos ministros Gilmar Mendes e Henrique Neves para sua manutenção no Palácio do Bom Conselho até o final do mandato.

O processo eleitoral 58738, desde que o ministro Luiz Fux pediu vistas em 20 de dezembro do ano passado, diante da contundência do voto do relator, ministro Herman Benjamin, favorável à cassação de Ortiz Junior, passeia entre os escaninhos do TSE, sem solução.

O ministro Dias Toffoli entrega a presidência do TSE a Gilmar Mendes no próximo dia 1º de maio, de quem é capacho e aliado. Se Gilmar Mendes sentou-se em cima de um processo eleitoral em que o irmão de Dias Toffoli, José Ticiano Dias Toffoli é réu no TSE, porque não colocar sob suas gordas nádegas o processo contra Ortiz Junior?

Em janeiro deste ano, como pode ser visto neste link, informamos que Dias Toffoli não condenaria Ortiz Junior porque o próprio irmão é réu no TSE, graças a uma manobra do ministro Gilmar Mendes, que tomou para si o processo contra José Ticiano Dias Toffoli, tornando o ministro Dias Toffoli seu assecla também no STF, de onde são oriundos.

No dia 29 de janeiro, após o recesso forense, o ministro Herman Benjamin encaminhou o processo ao colega Luiz Fux, que estava em viagem ao exterior.

Somente ontem (20/04/16) o processo, depois de passear pela coordenadoria de processamento do TSE e a seção de procedimentos diversos retornou ao gabinete do ministro Luiz Fux.

Ou seja, continua parado.

Talvez o TSE só “julgue” Ortiz Junior após seu julgamento nas urnas. Se for candidato e perder as eleições, o tucano poderá, finalmente, ser “condenado” pelo TSE que tem a missão primordial de cassar Dilma Rousseff e absolver Michel Temer no caso das doações eleitorais na campanha de 2014.

O TSE faz o que fez o STJ em relação a Mário Ortiz em 2012: deixa o réu disputar a eleição. Se perder, confirmará a condenação, como fez com o ex-candidato a prefeito de Taubaté pelo PSD.

Abaixo, as “andanças” do processo 58738. (Leia de baixo para cima)

20/04/2016 17:05
Recebimento
20/04/2016 16:46
Remessa para GAB-LF.
20/04/2016 16:46
Autos devolvidos .
20/04/2016 16:45
Recebimento
20/04/2016 16:24
Remessa para SEDIV.
20/04/2016 16:24
Autos encaminhados .
20/04/2016 16:23
Recebimento
20/04/2016 15:46
Autos encaminhados para cópias .
20/04/2016 15:46
Remessa para CPRO.
29/01/2016 18:12
Recebimento
29/01/2016 17:54
Remessa para GAB-LF.