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terça-feira, 10 de maio de 2016

PALHAÇADA GERAL
CONTRA A DEMOCRACIA


Silvio Prado, professor (extraído do Facebook)

Palhaçada sobre palhaçada é o que vemos sucessivamente no imenso e variado circo político brasileiro.

Pela manhã, o presidente da Câmara Federal Valdir Maranhão toma uma decisão. À noite, como um adolescente inseguro, nega o que fez.

Disse que sofreu pressão!

Ora, quem fez carreira no conturbado mundo político vive sob pressão permanente e incessante.

Portanto, conta outra, Maranhão! Só bobo não entendeu que o ato do deputado, ao anular a sessão que deflagrou o impeachment, não passava de uma das tantas ameaças que seu chefe, Eduardo Cunha, precisava fazer ao bandido Temer e a todos os demais que integram o maior bando criminoso da história do Brasil e que tem na deposição de Dilma sua grande obra.

Cunha usou Maranhão para mostrar que ainda tem forças e está vivo e, mesmo fora do cargo, também ainda é uma das cabeças do processo de impeachment e que vai vender muito caro sua cassação ou prisão.

Em resumo: tudo continua como antes e, portanto, se havia decisão de ocupar as ruas e também o Senado, a partir de agora nenhum passo atrás deve ser dado.

Ocupar o Senado e impedir o andamento de qualquer ato pró impeachment.

Vamos melar o jogo na casa deles, ou seja, na casa dos golpistas.