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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

PADRE AFONSO REFUTA
DENÚNCIA DE “FANTASMA”

Deputado Padre Afonso Lobato refuta informação de que tem "funcionário fantasma" em seu gabinete
Por telefone, o deputado Padre Afonso (PV) refutou a notícia divulgada por este blog sobre a existência de funcionário fantasma em seu gabinete.

De acordo com o parlamentar, a funcionária comissionada Maria Francisca Galvão Ramos Mello, esposa do ex-vereador Paulo Ramos Mello, trabalha diariamente em seu escritório político em Taubaté.

Ainda segundo Padre Afonso, a funcionária afastou-se legalmente do trabalho por dez dias para cuidar de seu marido, que estava enfermo.

A divulgação da notícia pelo blog foi considerada injusta pelo deputado, pela exposição desnecessária do nome de sua funcionária.

O vazamento da informação foi atribuído a membros do PV de Pindamonhangaba, que apoiavam a reeleição de Vito Ardito (PSDB) contra a decisão do parlamentar de apoiar a candidatura de Isael Domingues.

Afonso Lobato disse que a denúncia foi feita durante o período eleitoral e já foi respondida pela denunciada e pela Assembleia Legislativa.

Não quis entrar em detalhe sobre as causas da denúncia. Disse estar chateado com a informação veiculada pelo blog e que não falaria sobre o assunto: “Não vou dar notícia pra você”, encerrou.

RESPOSTA

Pelo sim pelo não, a assessoria do deputado Padre Afonso ncaminhou a este blog a resposta de Maria Francisca Galvão Ramos Mello ao 3º Promotor de Justiça do Patrimônio Público da Capital, Luiz Ambra Neto.

Nela, a denunciada explica que “gozou de licença para tratamento de saúde de pessoa da família”entre 23/09/16 e 07/10/16, pois seu marido, o ex-vereador Paulo Ramos Mello (hoje Ouvidor da Prefeitura de Pindamonhangaba) passava por tratamento médico.

A defesa de Maria Francisca Galvão Ramos Mello combate a “inconsistência da denúncia apócrifa e anônima” apresentada ao MP e afirma tratar-se de “ataque meramente político e especulativo com vistas a denegrir e atingir pessoas com funções políticas e públicas e com ampla exposição pessoal e profissional, com isto, lançando ao constrangimento público fatos que não coadunam com a verdade”.
No ofício-resposta encaminhado ao MP em 12 de dezembro do ano passado, a defesa de MFGRM pede o arquivamento do inquérito, “não acarretando qualquer punição ou punibilidade à impugnante, por ser questão da mais lídima e inteira justiça”.

N da R – O inquérito 2172/2016 – 3º PJ ainda está em andamento.