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terça-feira, 30 de maio de 2017

DESABAFO: SERVIDOR REVELA
PERSEGUIÇÃO E POLITICAGEM

Servidor revela bastidor da prefeitura: perseguição e politifagem
Deve haver centenas de servidores públicos descontentes com a forma como são tratados e perseguidos profissionalmente em seu trabalho, que npreferem engolir em seco os mau tratos para não perderem o emprego.

Há, no entanto, quem se insurja contra esta prática implantada por Bernardo Ortiz após se eleger prefeito em 1982 e assumir em 1983, a partir de quando os servidores municipais passaram a ser tratados sob vara.

É o caso, por exemplo, de Mateus Oliveira Soares, caso raro de servidor que tem a coragem de enfrentar e denunciar publicamente o que considera perseguição política ao seu trabalho

Abaixo, o texto do servidor público.

Boa tarde, conforme conversa pelo whatsapp. Segue minha história abaixo.

Meu nome é Mateus de Oliveira Soares, funcionários públicos de carreira, da prefeitura municipal de Taubaté, empossado em 22 de julho de 2.008, na função de escriturário. Ex coordenador da defesa civil e ex chefe de divisão da defesa do cidadão.

O fato aconteceu após a volta do prefeito Ortiz Jr a prefeitura. Quando o mesmo volta, volta o alto comando da secretaria de segurança, o secretário e os diretores.

Eu tinha um agravante, meu irmão tinha saído candidato a vereador pelo lado do Saud, no PTC. Diante disso, os mesmo quando chegaram já foram totalmente indiferentes.

Já que a política da atual gestão é prejudicar todos os que não estão alinhados a eles. E é claro que eu não sou filiado a nenhum partido político, e pretendendo nunca me filiar, mas tenho minha linhas de pensamento. Já que prezo pela liberdade, democracia, justiça social e progresso para o país e governo.

Então, com a volta deles eu comecei a ser prejudicado, o que eu estava fazendo era considerado errado, e tudo o que não estava na agenda do partido PTB do diretor Marcus Ortiz Querido era cancelado.

Chegou enfim o dia 24 de novembro de 2.016, cheguei no trabalho de manhã e recebi a mensagem de uma amiga minha me informando que eu estava exonerado do cargo e meu antigo assistente e amigo (Leandro Rosa) tinha ido para o meu lugar, assim eu ficando no lugar dele, e nada foi falado antes para mim, sendo que não houve nenhuma ética.

Porque essa troca? Essa troca se dá pelo fato de eu não me alinhar a eles e o meu ex amigo ser secretário particular do Marcus no partido PTB. O qual vem usando todos os meios possíveis da defesa civil para beneficiar o partido. Sendo que o mesmo estava na secretaria de segurança pública realizando esse trabalho. Mas estava ficando na cara que precisava de um lugar discreto para poder continuar a beneficiar o partido. Tudo isso sob ordens do sr Marcus (ex diretor da defesa civil e atual diretor de segurança).

Com essa ajuda do sr Leandro e o meu não alinhamento as politicagens impostas pela diretoria, eu fui trocado. E a partir desse momento a coordenadoria passou a ser política em vez de ser técnica. Já que não obedecia de fato o q a legislação fala e diz de como proceder.

Mais ou menos na segunda quinzena do mês de janeiro sou chamado na secretaria de segurança pública e sou informado que seria exonerado novamente da função de assistente técnico, pois a minha referência tinha que ser dado para a Sra Keila Rocha, já que a mesma é esposa de um assessor de um vereador na câmara, e os mesmo tinham que agradar a base da última campanha eleitoral, tudo isso falado pelo sr Marcus a portas fechadas comigo. Diante dos fatos o mesmo me informou que iria me dá a minha licença prêmio é depois ia me exonerar. Como de fato aconteceu. Isso podendo ser visto nas publicações da época.

Continuei na defesa civil por mais alguns dias. Mas tudo o que fazia o sr Leandro questionava. Falando que eu não estava fazendo as coisas certas, mas o problema nessa argumentação dele, é que fui eu que solicitei a transferência dele da GCM para a defesa civil em 2.012, é fui eu mesmo pessoalmente que ensinei o mesmo, como todos que estão lá até hoje. Comecei a desconfiar desses questionamentos dele. O mesmo retirou as minhas coisas pessoal (sic) que ainda tinham na sala da coordenação e colocou tudo espalhada na sala de aula, isso sendo retirado a noite sem a minha presença e de forma autoritária.

Percebendo que os mesmo estavam querendo me colocar um processo administrativo em mim por algum motivo (reclamação ou por alguma decisão arbitrária que eles poderiam me mandar a fazer que não corresponderia as ações da defesa civil, conforme legislação), já que é de costume na atual secretaria de segurança, solicitei a minha transferência para o corpo de bombeiros (02 de março de 2.017), para fugir de um processo administrativo que poderia ser criado por eles.

Fui e passei algum tempo lá os mesmo foram atrás de mim para tentar me oferecer o assistente técnico novamente e falando que não adiantaria eu lutar contra o sistema ( um verdadeiro cala boca) e falando que no qual eu iria perder caso continuasse com essa postura e de está no corpo de bombeiros. Nessa conversa estava o atual diretor da defesa civil, o sr Rildo, e o gerente de segurança, o sr Maciel, tudo a mando pelo sr Marcus, já que o mesmo não quer se expor ainda mais, para não agravar a situação para ele.

Como eu rejeitei os mesmos ficaram com raiva, e dentro de algumas semanas a secretaria de segurança me transfere para a secretaria de negócios jurídicos e tira os meus 30% de adicional de risco de vida ( o qual todo agente da defesa civil  e o corpo administrativo da secretaria recebe). O comandante do corpo de bombeiros de Taubaté, o capitão Cafalchio solicitou que eu fosse redirecionado para o bombeiro. E foi informado para mim que eu iria continuar no bombeiros, isso em conversa com a Sra Kézia e o corpo de bombeiros.

Diante da conversa que tive com os lacaios do Marcus que foram até mim, eu entrei em contato com o sr Júlio da Gazeta para contar a minha história ( entrei em contato com várias  fontes da mídia televisiva e impressa, mas nenhuma queria falar contra o atual governo, apenas o gazeta) e ele foi checar com a prefeitura, quando isso aconteceu a transferência de fato para o jurídico. Mesmo já tudo acertado com a minha permanência do corpo de bombeiros. Esse assunto foi debatido com os bombeiros e com a Sra Késia do jurídico (e com conhecimento do secretário jurídico, o dr Jean).

Sabendo que eu iria continuar no Corpo de bombeiros, a secretaria de segurança, manda um memorando impondo que eu vá me apresentar no jurídico sobre pena de abertura de processo administrativo, caso eu não fosse. Fui obrigado a ir (18 de maio de 2.017). Aí que está o problema, a minha transferência saiu em portaria no dia 02 de maio, retroagindo ao dia 18 de abril a minha transferência, assim a secretaria de segurança não tendo mais autorização para me importo a ir, apenas a secretaria jurídica.

No mesmo dia o corpo de bombeiros através de ofício e protocolado no mesmo dia, solicitou que eu fosse disponibilizado novamente para os bombeiros. Algo que não foi apreciado pelo secretário até agora. Sabendo que o mesmo está perpetuando a execução dessa perseguição.

Estou solicitando quase que diariamente para que eu seja novamente relocado para o Cb, conforme ofício do comandante do Cb. Mas até agora nada. A secretaria de negócios jurídicos até a presente data nunca tinha feito algum documento para que eu me apresentasse na secretaria e me retirasse do cb. Mas infelizmente eles perpetuam a perseguição.

E com isso tudo eu não recebi pagamento desde fevereiro. Já que a prefeitura não tomou até agora conhecimento do meu processo para que seja descontado os 30% do consignado e não quase tudo que recebo, sendo que foi aberto o processo em dezembro de 2.016, é até agora nenhum posicionamento.

A história contada está o mais breve possível.

Tenho os documentos de transferência, se o sr quiser, posso mandar TB.

Fico a inteira disposição do sr, caso o sr se interessa pela minha história.

Atenciosamente.”